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A matriz de transporte é a composição da infraestrutura disponível e utilizada, nas diversas modalidades, para movimentação de cargas no país. É um fator importante para que o governo federal direcione os investimentos públicos no desenvolvimento socioeconômico.

Modal: é o termo comum utilizado na logística para designar cada uma destas modalidades, abrangendo o rodoviário, ferroviário, aquaviário, aeroviário e dutoviário.

A escolha da modalidade a ser contratada para o transporte de cargas deve levar em consideração a análise do custo-benefício em relação aos seguintes pontos básicos:

  • Produto: tipo, as dimensões da carga, características especiais (sensível, alto valor agregado, químico, perecível, etc);
  • Tempo para chegada no destino: a rapidez e a urgência com que se precisa da mercadoria;
  • Quantidade e frequência dos despachos: pontual ou recorrente;
  • Distância da viagem: curta ou longa (intercontinental).

As respostas à estas premissas irão ajudá-lo a definir qual a melhor opção para sua carga.

Transporte Rodoviário

É o modal predominante no Brasil, responsável por 65% do volume de cargas. Existe uma malha viária total no país de 1.563.600 mil quilômetros, porém apenas 13,7% (213,5 mil quilômetros) é pavimentada. A maior concentração encontra-se nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com destaque para o Estado de São Paulo.

De acordo com dados publicados no Anuário Estatístico de Transportes 2017, com base no Registro Nacional dos Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) realizado pelo órgão regulatório do setor, a ANTT, temos alguns dados importantes:

  • A frota total registrada no órgão em 2017 foi de 1.660.000 veículos, sendo 1.039.000 (62,2%) para empresas, 608.600 (36,4%) para transportadores autônomos ou terceiros, e 22.400 (1,3%) para cooperativas.
  • Um outro dado importante é a idade média destes veículos: nas empresas é de 10 anos, nos veículos das cooperativas 13 anos e dos autônomos 15 anos.

As principais vantagens deste modal são a agilidade e o que se chama de alta capilaridade, uma maior opção de rotas, a flexibilidade, pois permite carregar diversos tipos de material, desde automóveis, combustíveis, até cargas vivas.

transporte aquaviário
Transporte Aquaviário – Foto: Foto de Andi Ly em Unsplash

Transporte Aquaviáro

O nome pode parecer estranho, mas aqui estamos falando de todo o transporte marítimo: de longa distância (entre países), navegação interior (realizado pelas hidrovias), e a cabotagem, navegação entre os portos ao longo da costa brasileira.

É o segundo maior modal, com 16% de participação na matriz, e o mais utilizado no comércio exterior. O país dispõe de 21 mil km de vias economicamente navegáveis, distribuídos entre 37 Portos Organizados, 52 Instalações Portuárias de Pequeno Porte (IP4), 51 Portos Públicos, 13 Eclusas e sete Companhias Docas.

Os principais produtos movimentados são: minério de ferro, petróleo e seus derivados, grãos, adubos e fertilizantes, carvão mineral e açúcar.

O Porto de Santos (SP) é responsável pela maior quantidade de carga movimentada nos portos organizados do país, devido à sua localização estratégica. Também é importante para as cargas de exportação, além de ser local de desembarque e ponto de conexão pelo modal rodoviário com os maiores centros econômicos do país, na região da grande São Paulo e interior.

Transporte Ferroviário
Transporte Ferroviário – Foto: Thomas Thompson em Unsplash

Transporte Ferroviário

Corresponde à 15% do volume total, com 30,6 mil km de ferrovias implantados. Este modal é o mais utilizado para deslocar maiores volumes à grandes distâncias. Os principais produtos transportados são as commodities: 80% do que se transporta é o minério de ferro, seguidos pelos granéis agrícolas, como soja e milho.

As composições saem da sua origem em direção aos portos, normalmente carregadas de carga de exportação, com mais de 90% do peso referente aquela rota. No entanto, retornam com pouca ou quase nenhuma carga. Ou seja, pouca utilização de carga de retorno, o que encarece a operação.

Transporte Dutoviário
Transporte Dutoviário – Foto: Sebastian Schuppik em Unsplash

Transporte Dutoviário

Modal que corresponde à 4% do total, cuja movimentação das mercadorias se dá por meio de dutos e tubos, que podem ser subterrâneos, submarinos ou aparentes. Possui em sua estrutura 19 mil km em 601 dutos, e 1.336km em 5 minerodutos. Os principais produtos transportados são gás natural, petróleo, produtos químicos e grãos.

Transporte Aeroviário
Transporte Aeroviário – Foto: Josue Isai Ramos Figueroa

Transporte Aeroviário

Este é o modal com menos de 1% do total, portanto o menos utilizado de todos. Ao todo são 2.545 aeródromos, são estruturas para pouso e decolagem de aeronaves, registrados na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Destes 1.966 são privados e 579 públicos, entre aeroportos e helipontos. Os cinco principais terminais de cargas no país são: Guarulhos, Viracopos, Manaus, Galeão e Brasília.

Um dos fatores que impactam este modal é o seu alto custo, por isso é indicado para produtos com alto valor agregado, cargas perecíveis, ou que precisam chegar ao destino com maior rapidez e segurança. É utilizado juntamente com o modal rodoviário na composição das soluções.

Intermodalidade como solução

Atualmente São Paulo é o único estado com uma infraestrutura de transportes na qual as cidades do interior estão ligadas à capital por uma vasta rede, incluindo rodovias duplicadas, ferrovias e a hidrovia do Tietê. Nele está localizado o maior aeroporto (Guarulhos), e o porto com maior movimentação de carga do país, em Santos. Todos estes fatores transformam o estado no maior ponto de conectividade do país.

Ao pensar em uma solução logística sob medida, leve sempre em consideração a capacidade de atuação e abrangência do parceiro de negócio. O grupo Terra Nova Logística está presente em pontos estratégicos – Santos, Guarulhos, Viracopos e Barueri, com larga experiência no modal rodoviário. Fale ainda hoje com um de nossos consultores.

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Terra Nova Logística